quarta-feira, 17 de junho de 2015

CAIXA PRETA # 116

junho 2015


GRU perde gato, perde cachorro e nativos de Camarões
sofrem no aeroporto!!!

Em maio passado, quatro passageiros camaroneses ficaram confinados no Aeroporto de Guarulhos sem assistência da companhia aérea Avianca que, por um erro (ou preconceito mesmo), os classificou como passageiros de risco, e eles ficaram isolados durante três semanas em uma área restrita do terminal do aeroporto paulista conhecida como conector. Os estrangeiros dormiram no chão e receberam doações para se alimentar, segundo reportagem exclusiva da CBN. Quatro imigrantes de Bangladesh também enfrentam esta situação atualmente, como apurou a reportagem. De acordo com a Defensoria Pública da União, pelo menos 300 estrangeiros sem autorização de entrada no país passaram pelo conector neste ano. (Mais informações sobre o caso dos camaroneses a seguir, após este editorial...)
Em aeroportos do mundo inteiro acontece de tudo e, embora não seja o caso dos camaroneses, pode-se questionar quantas câmeras há no Aeroporto de Guarulhos (mais conhecido por GRU Airport ou “Cumbica” – talvez o mais adequado seria “Trumbica”) e o que a segurança do aeroporto faz com elas. Pois gato e cachorro já se perderam por lá, furtos acontecem com constância aparentemente cada vez maior e no sábado dia 6 de junho presenciamos um pedinte adulto transitando livremente dentro do restaurante Carls Jr. do famoso e badalado TPS 3, o que, talvez, possa ser visto em aeroportos de países mais modestos mas não em aeroportos de um país que quer ser comparados às economias europeias e norte americanas.
Ainda sobre as câmeras: prossegue o impasse sobre o Airbus A300 no cemitério do GRU, aquele que não teve perícia porque os peritos estavam sem escada (não, não é piada mesmo, eu juro...). Será que havia câmeras naquele local? Se não havia ou não há, porque, se é área aeroportuária? Se há câmeras, filmaram algo, ou seja, as pichações e os roubos ocorridos lá? Qual o risco de invasores passarem do cemitério para o pátio próximo onde vários aviões operacionais passam o dia?
Com a palavra, o GRU Airport, que não responde nossos e-mails questionando-os a respeito do Airbus há meses!!!

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==OS CAMARONESES DE GUARULHOS==

QUARTA, 27/05/2015, 17:26

Quatro camaroneses ficam confinados durante três semanas no Aeroporto Internacional de SP

Por um erro da companhia aérea, que classificou os passageiros como um risco para a viagem, eles ficaram isolados em uma área restrita do terminal, conhecida como conector.


A camaronesa B.N.C., de 25 anos, que não pode ser identificada por motivo de segurança, chegou ao Brasil há quase um mês. E já não guarda boas recordações do país.
"Eu não quero estar no Brasil. Eu não desejo estar no Brasil. Eu quero ir para o meu destino inicial. Só tenho lembranças negativas daqui. Para mim, o Brasil é um pesadelo", afirma.
O pesadelo ao qual ela se refere começou no dia 21 de abril. Ela e mais outros três conterrâneos partiram da capital do país, Laundé, com destino a Quito, no Equador, e a Belize, na América Central. Nenhum deles tinha como destino o Brasil, mas fizeram escala no Aeroporto de Guarulhos, onde o problema começou.
A companhia aérea Avianca International classificou os quatro passageiros como um risco para a viagem e alegou que os destinos não condiziam com o perfil do grupo. Nenhum deles foi autorizado a fazer a conexão e todos foram levados para uma sala no Terminal 3, conhecida como conector. Para lá, vão todos os estrangeiros que não têm autorização de entrada no Brasil ou que estão sem documentos. O que não era o caso dos camaroneses. Todos tinham visto de entrada, passagem de volta comprada e recursos.
A Polícia Federal os manteve isolados e sem comunicação durante três semanas. Dormiram no chão, passaram frio e dependiam de doações para comer. A advogada dos imigrantes, Eliza Donda, considera que houve violação dos Direitos Humanos.
Segundo a Defensoria Pública da União, cerca de 300 estrangeiros passaram pela mesma situação dos camaroneses no ano passado. Neste momento, quatro pessoas de Bangladesh, da Ásia, estão no espaço do conector em Guarulhos. Depois das três semanas, o Brasil concedeu refúgio ao grupo de Camarões. A contragosto. O que eles queriam mesmo era seguir viagem.
"Eu não entendo o porquê. Eu não quero ser uma refugiada e não entendo por que o Brasil está me obrigando a isso. Não quero ser refugiada em qualquer lugar do mundo, porque não fugi do meu país. Meus documentos estão em dia. Eu tinha um visto legal para ir ao Equador", reclama B.N.C..
Segundo os refugiados, a Avianca se negou a ressarcir os valores das passagens de volta e do embarque não realizados. Para o defensor público federal Daniel Chiaretti, houve erro por parte da Polícia Federal.
Em nota, a PF diz que segue estritamente o que determina a lei e que a companhia aérea é responsável pelas instalações e transporte do estrangeiro ao país de origem. Também afirmou que os quatro camaroneses se negaram a embarcar na companhia aérea  Royal Maroc, de volta para Camarões e que, por isso, pediram refúgio. A reportagem da CBN pediu um posicionamento da Avianca International, que até o momento não se manifestou.
Sem dinheiro, os quatro camaroneses estão abrigados no abrigo da Missão da Paz, em São Paulo.
" A cada dia que passa, estou morrendo por dentro. Eu estou muito mal por dentro. O Brasil não é meu destino. Se ficar aqui eu vou morrer. Quero ir embora", lamenta P.T.M..
No ano passado a CBN já havia denunciado a precariedade do conector e a demora no andamento dos pedidos de refúgio. A Defensoria Pública da União disse que pretende acionar judicialmente a companhia aérea pela falta de assistência aos passageiros e também por não ressarcir os valores devidos. Também afirmou que vai apurar os abusos no isolamento e que caso seja comprovado pode entrar com um processo contra a União.

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O NOME PREJUDICOU?

“A Ícaro, do Equador, deixou de operar depois de um incidente com sua única aeronave, um Boeing 737-500.”
(Fonte: Revista Flap Internacional no 467, 1ª. quinzena de agosto de 2011)


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“NOSSAS PRINCIPAIS SEÇÕES”

CAIXA PRETA DE CAMÕES + DE CERVANTES

Pela primeira vez na história editorial mundial Camões anda de mãos dadas com Cervantes. Uma nova revista de aviação lançada no mercado brasileiro, irmã caçula da edição espanhola, publicou artigos em idioma assemelhado ao híbrido “pontunhol”. Uma regra importante para quem escreve é: jamais revise o que você próprio escreveu ou traduziu, se quiser realmente uma revisão impecável. E se você tiver como língua materna o idioma do texto original que está sendo convertido para o idioma da revista, então, pior ainda!  Com certeza, você deixa passar batido palavras no idioma que não se deseja manter.
Isso acaba gerando pérolas como essas abaixo (os itálicos são por nossa conta):
“Conferi duas veces que todos os sistemas...”
“... levando a aeronave a un voo nivelado até que el piloto comande o contrário.”
“...continuará supervisionando y gerenciando a organização.”
“O avião anfíbio, llamado SkiGull...”
“Mooney apresenta seus nuevos biplçaces...”
(Legenda): “Dereita A ponta externa...”
(Legenda): “A dereita A aviônica...”
“Hélice Hartzel cuadripá de material composto...”
Aunque o tamanhño (sic!) dos tanques seja calculado...”
“...uma forza corretora que o piloto pouede sentir nos comandos.”

Bem, até que chegou o momento de eu deixar de anotar, porque cansei...

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DIRETAMENTE DOS NOSSOS “ARCHIVOS”

Fonte: Revista Flap Internacional no 81, julho de 1978





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DEU N@ INTERNET


(FONTE: www.deamazonia.com.br)

Azul muda saudação a passageiros após confusão em voo

Noticia atualizada em: 2015-05-04 09:51:38

A direção da Azul Linhas Aérea mudou a saudação dos comissários em voo no trecho até Parintins depois que uma de suas colaboradoras se envolveu em uma confusão com a funcionária federal, Roseani Novo, que era uma das passageiras. Agora, os passageiros que se deslocam até a Ilha Tupinambarana, são saudados com um Boa tarde azul, para os torcedores do Caprichoso e Boa Tarde Vermelho, para os torcedores do Garantido.
Roseani e um grupo de amigos embarcava para Parintins, na semana passada, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus para participar da tradicional Alvorada do seu boi, o Garantido, no dia 30 de abril. Uma das aeromoças da empresa saudou os passageiros com um “boa tarde azul”, o que foi imediatamente repreendido por Roseani. que é sócia e torcedora do boi Garantido.
A comissária entendeu a recusa de Roseani como um desacato e chamou a Polícia Federal para retirá-la do voo. E uma grande confusão se armou, dentro do avião,  para retirar  torcedora, que estava vestida em trajes vermelhos, que é a cor do boi Garantido. O blog deAmazônia, tentou falar com Roseani, mas não obteve êxito. Amigos de Roseani Novo, que estavam no mesmo voo, disseram que a Azul deveria conhecer melhor a cultura de Parintins, por usar o trecho de voos até a cidade. “ Roseani sentiu-se insultada e desrespeitada pela empresa com a saudação que simbolizava o Caprichoso”, afirmou um dos amigos que estava na aeronave.
A Azul, inclusive, negociava com as agremiações folclóricas Garantido e Caprichoso, patrocinar o festival. A confusão não agradou torcedores do boi Garantido.





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NOSSA EXCLUSIVA E EXUBERANTE COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS

(Erros da imprensa que capturamos por aí. Vamos contar somente os pecados, e não os pecadores, senão eles vão ficar levemente chateados...)



A Pérola da imprensa especializada em dezembro de 2013 (embora eles não citem o mês) (revista 02)

 

“LABACE em novo endereço. Maior feira de aviação executiva da América Latina deixa o aeroporto de Congonhas.”

Com um título desses, imagine o resto do texto... Mas isso em jargão do jornalismo se chama “barriga” ou “barrigada” é quando se publica uma informação falsa, geralmente por desleixo e falta de compromisso maior com o que se noticia. Isso pois a Labace posterior ainda foi em Congonhas – e a “notícia” foi desmentida poucos meses depois –, bem como a de 2015 o será ainda no mesmo local.
Portanto, a revista “2” pode ser considerada “barriguda”...


A Pérola da imprensa especializada do final de 2014/início de 2015 (embora eles não citem o mês) (revista 24)

 

“Uma família com seis modelos: A família A350 XWB é composta pelos modelos A350-800, A350-900 e A35001000.

Juro que eu só contei três...


A Pérola da imprensa especializada em janeiro de 2015 (embora eles não citem o mês) (revista 02)

 “’Caixa preta....’” ou ‘black box’ é o nome popular do sistema de gravação de voo, em inglês flight recorder, composto por dois dispositivos: o FRD (flight data recorder) e o CVR (cockpit voice recorder).”

É lamentável que uma revista, na pessoa de seus editores, revisores etc, não atentem para a própria sigla: Flight Data Recorder jamais seria “FRD”!!! E qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de aviação sabe que a caixa preta de voz é o FDR!

 


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“COMIDA DE AVIÃO”

 Colaboração de Fernando Canteras (foto e texto)





"Hora da bóia. Aqui o 'desayuno' que foi servido no voo LA 750 SCL/GRU de 13/05/2015.
A aeronave foi o Boeing 787-8 prefixo CC-BBH."


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“CAPAS”

Algumas capas de revista de aviação do passado que se destacam por si só ou trazem homenagens históricas. Colabore você também enviando aquelas de que mais gosta!





Julho de 1978. O belíssimo Boeing 747-200 destacando-se na capa da revista.






Quem não se lembra do belíssimo A300B4 da Cruzeiro do Sul, que desfilava elegantemente até mesmo em Congonhas, apesar de seu porte? Aqui, capa de Aero em agosto de 1980.




A revista do então Ministério da Aeronáutica brasileiro, na edição de maio/junho de 1996, trouxe na capa o famosíssimo Hercules C-130 – provavelmente, nunca um avião teve um nome tão adequado por sua versatilidade.

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 “Sites úteis”

http://www.aeroin.net/

A revista eletrônica de aviação criada em 2010 e que não se limita a dar notícias sobre aviação – ela produz e se torna notícia ao incentivar o hobby da fotografia aeronáutica e encontros entre entusiastas de todo o Brasil e também do exterior.



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– “PENSAR PARA VOAR” –

(PENSAMENTOS E FRASES RELACIONADOS À AVIAÇÃO)

“Por que o magnetismo da ponte, o desafio paciente e silencioso que toda ponte apresenta a todos os pilotos, desafiando-os a voarem baixo e saírem vivos?” (Richard Bach)

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CAIXA COR DE ROSA

(Fonte: G1, 08/03/2015)


'Não tem lógica julgar pelo sexo', diz 1ª mulher de SP a pilotar o Águia
Tenente atua como copiloto na base de Sorocaba (SP).
Lara pertence a pequeno grupo de mulheres que atuam na equipe do Águia.

Jomar Bellini
Do G1 Sorocaba e Jundiaí




Ela cresceu se dividindo entre bonecas e partidas de futebol, brincando nas ruas do Jardim América, na Zona Sul de Sorocaba (SP). Filha do meio, o primeiro contato de Lara Carolina Palhiari Duarte com a aviação foi com um avião de brinquedo de um dos irmãos. Depois disto, a vontade de correr pelos ares começou a falar mais alto. Hoje, vaidosa e tímida - apesar de brincalhona -, a menina se transformou em uma integrante de um grupo seleto a pilotar os helicópteros Águia, da Polícia Militar, pelos céus de São Paulo. Primeira a ser aprovada para entrar no curso para copilotos, em 2012, a tenente Lara é uma dos integrantes das equipes que atuam em salvamentos e operações policiais do Águia no interior paulista. Além dela, existe apenas mais uma copiloto na capital e outra em formação na base de Piracicaba (SP).


Apesar da minoria, a tenente diz que a diferença entre gênero acaba quando as atividades operacionais começam. "Só o banheiro é diferente, quando toca a sirene é todo mundo igual. Desde a formação até a rotina no trabalho a gente não vê sexo. Não tem lógica julgar as pessoas por elas serem ou não mulheres", opina a tenente.

Há 10 anos, hoje com 29, começou a carreira militar, sendo os últimos dois se dedicando a carreira dentro das equipes do Águia. Foram quatro meses de provas incluindo resistência física e emocional antes de conquistar o feito ainda inédito entre as mulheres e começar o treinamento para voar.

A aprovação para o curso de copiloto deixou Lara receosa, já que até então, o ambiente era majoritariamente formado por homens. "Era novidade para todo mundo. Me cobrava muito porque não queria decepcionar as expectativas. Desde o começo briguei para ser tratada da mesma forma. Eu tenho esse pensamento de que a gente tem que ser respeitado não por ser homem ou mulher, mas por ser ser humano". A tenente espera se tornar piloto em dois anos após passar por uma nova série de testes e treinamentos.


O comandante da base em Sorocaba, Major Renato Martins, é enfático ao afirmar que Lara é tratada como qualquer outro policial. “A cobrança e o tratamento são os mesmos para todo mundo. Quando eu entrei para o Águia, há 18 anos, diziam que não era possível ter uma mulher atuando entre a gente. O preconceito era muito grande. No começo, quando a tenente entrou, tivemos um pouco de receio, até por ser uma novidade para todo mundo. Mas ela se saiu bem”. Ele, entretanto, não deixa de elogiar a tenente: “Só o helicóptero que ficou mais cheiroso”, brinca.

Reflexão e incentivo
Para a tenente, o Dia Internacional das Mulheres, celebrado neste domingo (8), é um lembrete para as conquistas femininas nos últimas anos. A data, continua ela, deve servir como reflexão. "Eu nunca sofri preconceito por estar nesta atividade, mas sabemos que essa não é a realidade de muitas mulheres, que sofrem isto e são tratadas de forma diferente. Temos muito o que conquistar. Não é o sexo da pessoa que vai fazer diferença."

E foram essas conquistas que permitiram que ela chegasse ao cargo de tenente. "É um reflexo sim. Há 50 anos eu não conseguiria isto. Quando eu entrei na PM, em 2004, o quadro era dividido por sexo, só o fato de ocupar o mesmo quadro e em tão pouco tempo chegar até aqui já é uma conquista", comenta.




A tenente afirma que nunca imaginou ser a primeira mulher a entrar para o Águia. "Eu me dediquei bastante para entrar, porque era o meu sonho, mas não tinha essa pretensão", conta. Entretanto, ela considera um importante marco para as mulheres. "Muitas achavam que era impossível ser copiloto do Águia. As funções para as mulheres eram administrativas. E eu provei que é possível sim."

Momentos marcantes
Apesar do pouco tempo de atuação, a tenente relembra que os momentos mais marcantes do trabalho são sempre os envolvendo o salvamento de vítimas em situações de díficil acesso. Um dos apoios a resgates que ela esteve envolvida foi o de uma jovem que caiu de uma jovem que caiu de uma altura de 30 metros em uma cahoeira na cidade de Votorantim (SP).

O acidente aconteceu enquanto a garota percorria uma trilha com um grupo de amigos em uma área de mata preservada e despencou de uma cachoeira conhecida como "Paradise". Foi necessário o apoio do helicóptero Águia para ajudar no resgate, já que o local é de difícil acesso. "Eu acompanhei de perto o salvamento como copiloto, auxiliando o comandante. Foi um momento de muita aprendizagem para mim", lembra. Antes disto, ela já havia atuado no Bravo, helicóptero da Polícia Militar destinado a resgates de urgências médicas na capital paulista.

Fora da base
Antes de ir embora, Lara vai até o dormitório feminino, onde já tem a sua roupa esticada em cima da cama, pronta para ir para casa. Lá espera o marido com quem é casada há seis anos. Até quem conhece a jovem acaba passando despercebido na rua. “Eu me arrumo e sou vaidosa como toda mulher. Vou ao cabeleireiro, gosto de sair, passar perfume”, confessa.

Agora ela espera a hora certa para realizar outro sonho: ser mãe. “Menino ou menina, tendo saúde está bom. Tento conciliar o trabalho com a vida pessoal, mas daqui uns dois anos eu pretendo ter um filho sim", conclui.





***Veja as fotos no artigo original: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/03/nao-tem-logica-julgar-pelo-sexo-diz-1-mulher-de-sp-pilotar-o-aguia.html)***



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Veja o texto da Lei EM VIGOR em:





quarta-feira, 27 de maio de 2015

Plantão Caixa Preta

O AVIÃO "DO BRAGA" NA AUSTRÁLIA

Vejam  no link abaixo texto interessante sobre o T-6 pintado com as cores da Esquadrilha da Fumaça, cuja história também pode ser encontrada no livro "Nas Asas do Líder - Biografia Oficial do Coronel Braga". Parabéns ao Raphael Lopes Pinto Brescia e ao Blog Aeromagia pela pesquisa!

http://aeromagia.net/2014/10/20/um-pedaco-do-brasil-voando-na-australia/

terça-feira, 26 de maio de 2015

Plantão Caixa Preta

NOITE DE AUTÓGRAFOS DE "NAS ASAS DO LÍDER"

Hoje a jornalista Solange Galante, especializada em aviação recebeu seus amigos na livraria Cultura do shopping Iguatemi para a noite de autógrafos do seu primeiro livro, "Nas Asas do Líder" - pela editora Edipucrs. O livro trata da biografia do Cel Braga, líder icônico do EDA, (Esquadrão de demonstração aérea), a Esquadrilha da Fumaça. Lá estavam, entre outros, alguns dos oficiais do EDA, e também alguns membros da família Braga. Participaram do evento os Comandantes Wagner, Decio Corrêa, Josué Andrade, diretor da escola EJ de aviação e o Cel Ivan Siqueira Jr, ex piloto do esquadrão e o editor da revista Flap Carlos A. Spagat, o desenhista especializado em aviões Ivan Plavetz e o fotógrafo também especializado em aviação air to air Ricardo Beccari.
(Texto: Ricardo Beccari)





 
- Fotos (acima) de Ribeiro EDA e Ricardo Beccari © -


- Foto (acima): Sérgio Marchi -

Plantão Caixa Preta

A VELHA IGNORÂNCIA DO JORNALISTA

Jornalista com todo grau de experiência sempre caem em armadilhas. É sabido que jornalista é o profissional que sabe de tudo um pouco, ou deveria saber de tudo um pouco, sem ser especialista em nada, pois mesmo os especializados, e eu me incluo nesse grupo, por mais que saibam de um assunto, estão a cada dia aprendendo mais e mais, por isso, todo cuidado é pouco na hora de emitir uma opinião.
Pois hoje pela manhã, dia 26 de maio de 2015, ouvi na Rádio Jovem Pan, no Jornal da Manhã, um comentário do jornalista experiente Joseval Peixoto a respeito do acidente com os dois apresentadores globais em um bimotor Carajá de táxi aéreo. Segundo o estimado jornalista, que respeito e admiro especialmente pelos seus conhecimentos em direito, latim e história, ele teria aprendido noutra ocasião que avião com dois motores pode voar bem com um deles caso o outro tenha pane e seja desligado. Daí o nobre colega diz que a Embraer – fabricante do Carajá – "deve explicações" pelo bimotor não ter se mantido no ar com apenas um motor, bem como devem explicações a Aeronáutica. Sim, a Aeronáutica deve, após a investigação, mas, por que a Embraer??? Aviões, caríssimo Joseval Peixoto, são construídos para voar de determinada maneira sob determinadas condições operacionais. Provavelmente as condições do Carajá não eram as ideais por peso a bordo, por exemplo, nesse caso, o único motor em funcionamento não o sustentará no ar. Mesmo jornalista, embora especializada, eu aprendi essa Lei básica e não vou questionar uma fabricante de tradição como a Embraer por um motivo operacional que, com certeza, foge à sua competência.

sábado, 16 de maio de 2015

CAIXA PRETA # 115




maio de 2015


O QUE EU TENHO A VER COM A TV GLOBO?


A TV Globo comemora seus 50 anos. Você pode gostar dela ou não, afinal, ela também é pecadora, como todos nós. E a maioria dos que dizem não gostar dela, sabe direitinho o que se passa no BBB ou na novela das nove. Sabe até que a novela não é mais “das oito”, como antigamente: agora é “das nove”!!!
Epa! Mas o que faz a TV Globo aqui??? Na Caixa Preta da Solange???????
O que tínhamos de TV em 1979? A TV Tupi, recheada de telenovelas e programas de auditório (acho que o SS já estava lá), a TV Cultura de SP, repleta de programas chatérrimos, especialmente para quem não gosta de música clássica (felizmente, hoje ela é uma das minhas TVs prediletas pela alta qualidade e diversidade de programas), a TV Record e a TV Bandeirantes com programas de auditório, a Gazeta, desconhecida da maioria das pessoas que não transitavam pela Av Paulista, e a TV Globo, com telenovelas, seriados “enlatados” (como outras emissoras), e esportes, em todas emissoras, em menor ou maior grau.
Em 1979 a referência em telejornalismo era, sem dúvida, o Jornal Nacional, da TV Globo. Hoje, copiado por todas as outras, em maior ou menor grau. Em 1979 não havia a exigência, hoje, de que todas tenham noticiosos, por isso algumas emissoras nem tinham telejornais.
Em 1979 eu não ligava pra aviação. Avião, para mim, como se diz por aí, não fedia nem cheirava. E meu pai, que nunca viajou de avião, dizia que era perigoso, de tanto acidente aéreo mostrado na imprensa, e que jamais iria querer voar. Já minha mãe era totalmente neutra em relação a isso. Eram as referências que eu tinha.
Em 25 de maio de 1979, uma sexta-feira, esta então adolescente se sentava toda noite em um sofá e apoiava os pés em um pufe para assistir à TV em preto & branco da sala, colocada no vão de uma estante de madeira, no apartamento onde morava com meus pais. A meu lado direito, uma caixa de papelão com aquele que eu então considerava meu “tesouro”: uma coleção de gibis da Turma da Mônica ou dos personagens da Disney. Eu folheava as revistinhas enquanto assistia ao Jornal Nacional, como toda noite, de segunda à sábado.
Foi quando Cid Moreira e Sérgio Chapelin, a “dupla dinâmica” da TV Globo, noticiou o grave acidente aéreo de Chicago, EUA, com o DC-10 da American Airlines, sobre o qual já comentei muito aqui no blog. Foi a pedra fundamental da minha paixão pela aviação, iniciada oficialmente exatamente um mês depois.
Muitos e muitos anos depois tentei, e voltei a tentar mais uma ou duas vezes, conseguir cópia daquela notícia no Jornal Nacional de 25 de maio de 1979, solicitando-a à própria TV Globo. Apesar da reconhecida arrogância da emissora, inclusive para com colecionadores de imagens, que existe até hoje, aliás, eu, enfim, após tanto esforço, convenci-me que já não era mais má vontade (pelo menos não naquela vez): eles realmente não tinham mais esse trecho gravado. Assim como hoje sei que trechos de algumas novelas antigas ou mesmo novelas inteiras eles não têm mais gravados, seja por causa dos incêndios sofridos ou simples reaproveitamento de videotapes (regravação em cima de programas originais).
Por isso, hoje o item mais importante de minha coleção de aviação não é físico, está apenas na minha memória: a lembrança do momento em que os apresentadores do telejornal global, naquela noite de 25 de maio de 1979, noticiaram o acidente e mostraram imagens de agências noticiosas sobre os destroços do mesmo. Foi quando algo daquele JN, e nem sei explicar porquê, captou minha atenção e mudaria para sempre minha vida em prol da aviação.
É, devo muito ao Cid Moreira e ao Sérgio Chapelin!


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Vai uma PIZZA aí?


Justiça absolve acusados pelo acidente da TAM que deixou 199 mortos em Congonhas

O Estado de S.Paulo - De São Paulo
04/05/201519h31
A Justiça Federal absolveu os três acusados no processo do acidente com o Airbus A-320 da TAM que matou 199 pessoas em Congonhas no dia 17 de junho de 2007. Foram absolvidos o então diretor de Segurança de Voo da TAM, Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, o vice-presidente de Operações da TAM, Alberto Fajerman, e Denise Maria Ayres Abreu, que, na época, ocupava o cargo de diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A sentença, do dia 30 de abril, é do juiz Márcio Assad Guardia, da 8.ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo. O magistrado não acolheu denúncia da Procuradoria da República de que os três acusados teriam agido dolosamente. A Procuradoria pedia a condenação dos três réus por violação aos artigos 261 (expor a perigo embarcação ou aeronave) e 263 (lesão corporal ou morte no acidente).
"De acordo com as premissas apresentadas pelo órgão acusatório (Ministério Público Federal), seria possível imputar a responsabilidade penal pelo sinistro ocorrido em 17 de julho de 2007 a um contingente imensurável de indivíduos, notadamente pela quantidade e pelo grau de desvirtuamento apresentados no curso do processo", destacou Márcio Assad Guardia.
Ao rejeitar a acusação, o juiz decidiu absolver os três réus "por atipicidade das condutas imputadas".
Segundo o juiz, "limitou-se o Ministério Público Federal a afirmar que não foi realizada, nem pela INFRAERO, nem pela ANAC uma 'inspeção formal' após o término das obras a fim de atesar suas condições operacionais". O juiz destacou que a Procuradoria "afirmou que o Plano Operacional de Obras e Serviços (POOS) referente ao contrato 041-EG/2007-0024 não "foi submetido" à aprovação da ANAC."

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LEMBRANDO DA AIR VIAS
         
(por Solange Galante)      

26 de janeiro de 1995. Eu e meu amigo Roberto Topal​ estávamos indo para Maceió, embarcaríamos em GRU no avião da Air Vias PP-AIV. Como eu estava 200% longe da  aviação, naquela ocasião, eu nunca tinha ouvido falar de Air Vias, mas foi o que a CVC tinha nos colocado à disposição...
O Roberto nunca tinha voado antes e, gentilmente, lhe cedi a janela. Estávamos sentados lá atrás, na penútlima fileira do avião, do lado esquerdo para quem olha para sua dianteira.
Logo após a decolagem o Roberto lembrou que tinha vertigem de altura e me pediu para trocar de lugar com ele... rápido! Tão logo atingimos a altitude de cruzeiro e pudemos desatar os cintos, nos levantamos e o Roberto passou para a poltrona do meio e eu fui para a janelinha (ótimo!!!)
Embora estivesse afastada da aviação há cerca de 9 anos, eu havia trazido para bordo umas cartas WAC para mostrar ao Roberto a provável aerovia que estávamos seguindo... Aí um dos comissários viu a carta e ficou interessado também, curioso por eu estar com aquilo a bordo. Começamos a conversar e ele disse que havia sido piloto da Vasp, demitido numa greve nacional...
Depois, em dado momento, ao olhar de novo pela maravilhosa janelinha do AIV e ver aquela maravilhosa asa de 727 à minha esquerda senti algo muito forte, indescritível!!!
Era a paixão pelo voo renascendo!!! O aerococcus era "reincidentis"!!!
"Preciso voltar a mexer com  aviação!!!!"
Mas ainda tínhamos quase uma semana de férias em Maceió para descansar, então o sentimento ficou lá "incubado" mais um tiquinho...
No voo de retorno a SP, faríamos uma escala em Aracaju, pois o voo contratado pela CVC era Guarulhos-Maceió-Aracaju-Guarulhos, daí os passageiros que iriam para o pacote em Aracaju desembarcavam lá, e nós que voltaríamos para GRU, permaneceríamos no avião. Voltaríamos sentados do mesmo lado, à esquerda, logo atrás da saída de emergência.
Eis que na hora do avião pousar em Aracajú, deve ter pego um vento de través e pimba!!! bateu forte com o trem esquerdo na pista!!! Forte mesmo!!! Até as máscaras de oxigênio saltaram do teto, para o olhar atônito dos comissários... E só as do lado esquerdo!!!
O Roberto começou a ficar desesperado, naquele segundo voo da vida dele, mas como eu mantive a cabeça fria e vi que, apesar do baque, continuávamos correndo normalmente pela pista e desacelerando, sem nenhum outro problema, acalmei-o.
Durante a escala, os comissários trataram de guardar todas as máscaras de oxigênio em seus compartimentos e eis que, da saída de  emergência esquerda, à nossa frente, a placa "Saída-Exit" saltou pro chão!!! Chamei o comissário e pedi para ele recolocá-la no lugar, senão eu levaria pra casa de suvenir!!! (deveria ter levado mesmo!!!)
Depois, durante o voo pra GRU, foi a porta do compartimento onde estavam guardadas as refeições, que ficava no corredor, não numa galley propriamente dita, ao nosso lado, que se abriu. Os comissários demoraram para perceber pois estavam todos lá na frente do avião. Quando foram lá pra trás eu novamente dei instruções para eles fecharem o que não deveria estar aberto, senão eu iria levar tudo pra mim!!!
De resto, contratempos foram só esses, além dos queijos coalho que o Roberto e eu estávamos trazendo na bagagem de mão e, acomodados no bin pouco adiante de nossas poltronas, começaram, no meio do voo, a pingar...
Bem, foi essa minha primeira e única aventura a bordo da Air Vias!!!

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Como dizia o ratinho da Folha:
“CUMÉ QUI É? NÃO ENTENDIIIII!!!”



Azul vai operar seu primeiro A330-200 até agosto


Reprodução das pinturas das aeronaves (foto: divulgação)

A Azul recebeu as duas últimas unidades do Airbus A330-200, que completam a frota de sete aeronaves do modelo dedicadas a voos internacionais. “Estamos trabalhando para colocar em operação a primeira aeronave com o novo produto da Azul até agosto. As demais entrarão gradativamente até novembro. Vamos oferecer aos nossos clientes muito conforto a bordo, com poltronas espaçosas e boas opções de entretenimento”, afirma o diretor de Comunicação, Marca e Cultura da Azul, Gianfranco Beting.

Até o momento, duas aeronaves entraram em processo de retrofit e receberão um novo interior. A previsão, segundo a companhia aérea, é que os demais modelos sejam modernizados até novembro deste ano. As recém-chegadas aeronaves têm pinturas especiais. Uma delas é dedicada ao programa de vantagens da companhia, o Tudo Azul, enquanto a outra tem em sua fuselagem uma pintura nas cores da Azul Viagens.
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Acontece que o A330-200 JÁ estava voando na empresa aérea desde o final de 2014. Para ter 100% de certeza do que acreditávamos ter ou não entendido, contatamos a AZUL, mostramos a ela essa reportagem, e a empresa respondeu por meio de sua assessoria de imprensa:

O Panrotas se confundiu. Vamos operar em agosto o primeiro A330 com o novo produto da Azul, ou seja, o primeiro avião retrofitado... fizeram confusão.

Ah, bom...

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“NOSSAS PRINCIPAIS SEÇÕES”

DIRETAMENTE DOS NOSSOS “ARCHIVOS”

Fonte: Revista Aerovisão número 186, maio/junho de 1996




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CAIXA PRETA DE CAMÕES

"D.O. Guerrero é um empreiteiro que, após assistir uma série de fracassos, embarca num avião com uma bomba."
(Fonte: Revista “2”)

OK, vamos lá:

ASSISTIR
O verbo assistir pode ser transitivo indireto, transitivo direto e intransitivo.
Transitivo indireto: quando significa “ver”, “presenciar”, “caber”, “pertencer” e exige complemento com a preposição “a”.
- Assisti a um filme. (ver)
- Ele assistiu ao jogo.
- Este direito assiste aos alunos. (caber)
Transitivo direto: quando significa “socorrer”, “ajudar” e exige complemento sem preposição.
- O médico assiste o ferido. (cuida)
Obs: Nesse caso o verbo “assistir” pode ser usado com a preposição “a”.
- Assistir ao paciente.
Intransitivo: quando significa “morar” exige a preposição “em”.
- O papa assiste no Vaticano. (no: em + o)
- Eu assisto no Rio de Janeiro.
“No Vaticano” e “no Rio de Janeiro” são adjuntos adverbiais de lugar.

Portanto...

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DEU N@ INTERNET

(FONTE: G1)

02/03/2015 16h19
Após voo ser cancelado, passageiro invade pista de aeroporto na Nigéria

Ele ficou mais de duas horas com a mala impedindo aviões de decolarem.
Segurança não apareceu e piloto teve que negociar, diz testemunha.

Do G1, em São Paulo

 
Homem invadiu a pista do aeroporto e piloto de avião teve que negociar para que ele saísse e permitisse a decolagem do avião

Irritado por ter tido seu voo cancelado, um passageiro invadiu a pista de um aeroporto na Nigéria, impedindo dois aviões de decolarem por ao menos duas horas.

O incidente aconteceu neste domingo (1°) no aeroporto Nnamdi Azikiwe, na cidade de Abuja, e foi relatado no perfil do Twitter de um passageiro de um dos voos impedidos de decolar na hora certa.
Segundo o passageiro, o piloto chamou a segurança do aeroporto, mas ninguém apareceu. Ele afirma que o próprio comandante teve que negociar para que a pista fosse liberada.

 
 
Passageiros tiveram que deixar o avião enquanto o homem não saía da pista

(Obs: não há indicação do fotógrafo (crédito))


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NOSSA EXCLUSIVA E GRACIOSA COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS

(Erros da imprensa que capturamos por aí. Vamos contar somente os pecados, e não os pecadores, senão eles vão ficar magoados!)



A Pérola da imprensa especializada em dezembro de 2010/janeiro de 2011 (revista 04)

 

“(...) o protótipo PT-ZJA do ERJ-145 realizou o primeiro voo em agosto de 1995, obtendo a primeira certificação do então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), atualmente Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em 1996.”

Não, em 1996 o CTA chamava-se Centro Técnico Aeroespacial, não mais Centro Técnico de Aeronáutica. Vejam abaixo:


“Durante seus 4 primeiros anos de funcionamento, o Centro Técnico de Aeronáutica (1950 a 1954) foi mantido sob gestão da COCTA, situação que perdurou até 10 de setembro de 1954, quando a COCTA foi extinguida. Após a extinção da COCTA, em 10 de novembro do mesmo ano o Centro Técnico de Aeronáutica entrou oficialmente em operação (embora já operasse desde 1950). 17 anos depois (1971), o Centro Técnico de Aeronáutica passou a ser denominado Centro Técnico Aeroespacial (CTA). (...)

Em 2006, a estrutura do DEPED foi transferida de Brasília para São José dos Campos e se fundiu à do Centro Técnico Aeroespacial (CTA). Dessa fusão, surgiu o Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), dotado de características de Grande-Comando Militar.

Em 2009, por força do Decreto presidencial nº 6.834/09, o Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) passou a ser denominado Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)
Durante todo o período em que o nome oficial da organização foi inicialmente Centro Técnico de Aeronáutica, posteriormente Centro Técnico Aeroespacial e finalmente Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial, a abreviatura "CTA" foi mantida. Além disso, durante todo o período de 1946 até hoje em dia a organização foi (e até hoje ainda é) popularmente conhecida como "Centro Tecnológico da Aeronáutica", embora esse nunca tenha sido o nome oficial da organização e atualmente também não exista nenhuma organização militar (OM) do COMAER com essa denominação.”(Fonte: http://pt.wikipedia.org)

“Em novembro de 1953 foi extinta a COCTA, sendo considerado organizado o Centro Técnico de Aeronáutica - CTA.
Em julho de 1971, com o advento da Reforma Administrativa e sua implantação no Ministério da Aeronáutica, o Centro Técnico de Aeronáutica passou a denominar-se Centro Técnico Aeroespacial - CTA.” (Fonte: http://www.turma-aguia.com/ita96.php?link=cta)



A Pérola da imprensa especializada em novembro de 2012 (embora eles não citem o mês)(revista 02)

 “É difícil descrever a sensação de subir a escada de embarque do 787-816 da LAN para um voo de demonstração sobre a Cordilheira dos Antes....”

Antes de mais nada, a Cordilheira dos Andes não mudou de nome, não...



A Pérola da imprensa especializada em janeiro de 2015 (embora eles não citem o mês)(revista 02)

 

“Os americanos, assim como algumas nações da OTAN, possuem uma frota com diversos modelos de drones, destinados a uma ampla gama de missões. Os famosos Pretador, que são amplamente utilizados em missões de ataque (...)”

Na verdade o tal drone se chama Predator...

 

 

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– “PENSAR PARA VOAR” –


(PENSAMENTOS E FRASES RELACIONADOS À AVIAÇÃO)

“Dizemos que segurança de voo não tem bandeiras, não pertence a alguém. Todos têm a obrigação de evitar o próximo acidente” (Cmte. Miguel Angelo Rodeguero, especialista em segurança de voo e diretor de Segurança Operacional da Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves)

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“COMIDA DE AVIÃO”

Neste mês queremos direcioná-los ao site Airline Meals, uma das mais completas vitrines de comida de avião da internet.
Destaque para um café-da-manhã da Avianca Colômbia.
Nossa opinião: para uma Business, bem simples mesmo...



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“CAPAS”
Algumas capas de revista de aviação do passado que se destacam por si só ou trazem homenagens históricas. Colabore você também enviando as que mais gosta!




Dezembro de 2000. O magnífico Boeing 737-700 foi destaque da revista.



No ano 2000 a Dornier trouxe esse demonstrador, o 328 Jet, para demonstrações no Brasil. Fiz dois voos nele, um dos quais esse da foto. O avião alemão foi capturado pelas lentes do fotógrafo Márcio Jumpei voando em um Cessna Caravan. “Invasor” porque ele queria abocanhar o mercado regional, onde a Embraer tinha grande participação nacional e mundial.




Esta edição, de maio de 1981, da saudosa revista Aero (não confundir com a Aero Magazine), mostra linda foto do Boeing 747-300 PP-VNA da igualmente saudosa Varig.


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 “Sites úteis”

http://www.airliners.net

 

O maior e mais famoso site com fotografias de aviação, todas belíssimas ou de valor histórico inquestionável, dizem, é extremamente exigente para aceitar material. É excelente fonte não só de imagens (todas protegidas quanto a direitos autorais) mas de dados sobre aeronaves, além de fóruns etc.


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CAIXA COR DE ROSA

 

(Fonte: Revista Aerovisão, maio/junho de 1996)

 







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N O V I D A D E S

Veja na revista Avião Revue número 187 (abril de 2015) meu levantamento da frota civil brasileira de helicópteros.



Veja na revista Avião Revue número 188 (maio de 2015) minha reportagem sobre os destaques da aviação executiva entre aviões e helicópteros.


(Foto: Divulgação Gulfstream)

Veja na revista Flap Internacional número 511 (abril/2015) meu levantamento anual sobre a Aviação Regional brasileira.

(Foto: Caio Finotello)
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