sábado, 25 de fevereiro de 2017

CAIXA PRETA # 135


CP EDIÇÃO MENSAL135 - fevereiro de 2017


POR UM JORNALISMO ÉTICO

Quem acompanha meu Blog deve ter lido pelo menos um dos “capítulos” de “Fotografou? Não? Então dançou!”, em que cito dois textos de uma conhecidíssima revista brasileira de aviação que alega que esteve visitando o Antonov 225 em sua última vinda ao Brasil, em novembro passado. Nada contra, ora, em visitar um super mega ultra-avião cargueiro, único no mundo, e publicar a respeito como verdadeiro furo de reportagem. Só que não... Até este momento, nossa investigação independente não conseguiu confirmar de nenhuma maneira essa visita.
Que mal há em não conseguir fazer uma visita dessas? Que mal há em ser barrado? Que mal há em até mesmo dizer: “Tentamos, mas não nos foi permitido?” se até a revista Veja, a TV Bandeirantes, o jornal Folha de S. Paulo, a redação do portal Uol e inúmeros órgãos de imprensa nacionais e estrangeiros também não o conseguiram? E se a toda poderosa TV Globo entrou mas fez imagens super rápidas?
A revista optou, portanto, em dizer que entrou, certamente para atrair mais leitores, pois anunciantes não vão dar bola pra isso...
Há quem possa pensar: “Ah, a Solange está reclamando disso por despeito, afinal, ela também não entrou no aviãozão!”
Negativo, senão eu reclamaria de muitas outras oportunidades de que não pude usufruir. Nunca fui a Oshkosh, o maior evento aeronáutico do planeta, e nunca reclamei de quem foi. Nunca fui a Farnborough, onde acontece uma das maiores feiras comerciais de aviação do mundo, e não reclamei. Fui convidada para cobrir o Salão Aeronáutico de Paris, em Le Bourget... e recusei!!!
Por outro lado, fiz voos incríveis, alguns deles em aviões cargueiros no Brasil mesmo, que resultaram em reportagens para revistas e para este Blog, inclusive uma delas foi finalista de um prêmio de jornalismo. FIZ, e, como se diz, matei a cobra e mostrei o pau!!! O pau e a cobra, aliás!
A principal razão de eu ter levantado essa bandeira é o histórico de falta de ética da revista. Eu escrevi para ela e tive várias vezes meus textos adulterados, de forma leve ou escandalosa, pelos seus editores. É um desrespeito total para com o “artista”, chamado na imprensa de “jornalista”, “redator” ou “autor”. Não aconteceu só comigo, mas com muitas outras pessoas com que, falei e que... deixaram de escrever ou fotografar para a mesma revista, pelo mesmo motivo pelo qual eu também deixei.
Some-se a isso o desrespeito ao leitor, muito mais grave, se formos analisar o trabalho da imprensa. Pior ainda para imprensa especializada, que escreve incorretamente e depois enche a edição seguinte de erratas.
A “errata”, ou seja, correção posterior de um erro, é uma das maiores inutilidades do jornalismo. Primeiro, porque geralmente fica num cantinho da página menos lida de uma revista ou jornal, e na edição seguinte, que pode ser no dia seguinte ou um mês depois, ou então é falada num momento menos atraente do telejornal, no dia seguinte ou na semana seguinte, ou seja, quase ninguém lê ou ouve, geralmente só a pessoa que se sentiu ofendida e chamou a atenção para o erro. Depois, porque muitas vezes o assunto já esfriou e ninguém mais sabe do que se trata.
No ano passado, a Etihad Airways anunciou que iria deixar o Brasil, suspender seus voos, por questões de mercado. Mas a mesma revista que embarcou um repórter invisível no Antonov 225 publicou em seu site na internet que seria a Qatar Airways. Ainda bem que confundiram empresas de mesma região, pior seria se confundissem a American Airlines com a South African Airways... Mas, o erro já estava feito. Embora no mundo virtual se possa corrigir rapidamente um deslize, o que é impossível na mídia impressa, o estrago já estava feito e vários Blogs repercutiram a notícia, sendo que muitos leitores passaram a se perguntar “Ué, a Qatar também?” Esses Blogs que repercutiram a mentira podem ter sido copiados, servido de fonte para revistas e jornais aos quais não temos acesso, imaginem o alcance disso... Não sabemos a extensão do dano para a empresa aérea, por quanto tempo ficou o erro no ar, mas mesmo que por apenas alguns minutos, minutos são uma eternidade no mundo digital. Vi reclamações a respeito no próprio ambiente de Facebook da revista.
Veja, a esse respeito nossa seção sobre “pérolas voadoras” nesta edição mensal da Caixa Preta, mais abaixo!!!

Ou seja: é uma revista de credibilidade ou não?
Para quem não viu ainda os capítulos de “Fotografou? Não? Então dançou!”, os links são os seguintes:








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MISSÃO EUROPA 2015 – ALGUNS MOMENTOS


Em outubro de 2015 eu e o foto-jornalista e cinegrafista profissional Carlos Eduardo França viajamos para a Holanda e Alemanha para cumprir pautas para algumas revistas e também conhecer melhor esses países. Continuo a destacar mais belas fotos do voo com o dirigível Zeppelin NT (New Technology) que realizamos sobre o Lago Constanza a partir de Friedrischafen, cidade no sul a Alemanha. As imagens falam por si!!!!

(Obs: todas as fotos abaixo de autoria de Solange Galante)




Todos a bordo para a partida!





Procurei ficar lá na frente, perto do comandante!




Alguns instrumentos ninguém verá em aviões ou helicópteros. Como o nível de gás hélio e dos balonetes, estruturas infláveis que ajudam a manter estável a pressão do hélio.




Vista aérea do aeroporto de Fiedrischafen logo após nossa decolagem.




Cabeçotes de poltrona personalizados.



Voando na fronteira da Alemanha com a Suíça. A velocidade máxima do dirigível é de 70 km/h.




Quem não gostaria de morar em uma pequena cidade alemã como esta?




O comandante e a nossa guia, a mesma mulher que nos deu todo o briefing antes do voo. Mas ela não estava “copilotando”, não.




Por uma janelona traseira podíamos ver inclusive a bequilha (uma delas...).




Quando autorizado pela tripulação, pudemos ficar de pé, andar pela cabine e buscar os melhores
ângulos para fotos.




Meu amigo e colega Eduardo fazendo fotos na janela traseira apoiado na poltrona lá existente.




Esse assento traseiro não deve ser usado durante decolagem e pouso.




O lago Constança, na fronteira entre Alemanha e Suíça. Felizmente o dia estava muito bonito para voar!




Este moderno Zepp usa três motores a pistão Lycoming IO-360 para voar. Dois deles (os laterais) giram até 120o, e o traseiro, 90o para a manobrabilidade da aeronave.



Darei continuidade às fotos deste voo na próxima edição mensal de Caixa Preta!



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FLAGRANTE!!! FLAGRANTE!!!

No último dia 7 de fevereiro o spotter Rosvalmir Afonso Delasgassa, de São José dos Pinhais (PR) flagrou o Boeing 737-400F da Rio já com o nome da Sideral na fuselagem. A empresa, que é totalmente arredia para dar informações à imprensa – quem não deve, não teme –, negava, nos bastidores, a compra da Rio Linhas Aéreas, bem como a própria Rio. Como se isso fosse proibido e como se as pistas dadas não levassem a isso: a Rio fazendo voos nas linhas de Correios da Sideral, por exemplo.




(Fotos: Rosvalmir Afonso Delagassa)


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MAIS UM FLAGRANTE, DESTA VEZ NO GRU AIRPORT!

Não, não é um terreno baldio na periferia no fim de São Paulo, ou uma parte do horto florestal... É a área da cabeceira do GRU Airport, com mato quase da minha altura desde a área do hotel Pulmann até as obras da futura estação de trem diante do TPS 1.
Nem nos tempos da Infrero eu tinha visto coisa assim.
Detalhe: há muitos quero-queros por lá. E os quero-quero nidificam no chão, e quanto mais mato, mais ninhos escondidinhos dos predadores, quanto mais ninhos, mais pássaros, e quanto mais pássaro mais bird strike. E quem vai levar a culpa são os urubus, atraídos também pelos ratos que devem viver no mesmo mato.



(Fotos: Solange Galante)

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CLARO QUE O JORNAL NACIONAL TAMBÉM ERRA!!!


No dia 29 de outubro de 2016 , o Jornal Nacional narrou:“Um avião pegou fogo pouquinho antes da decolagem no aeroporto de Chicago, nos Estados Unidos. Os pilotos ouviram uma explosão e abortaram a decolagem do Boeing da American Airlines para Miami. Vinte pessoas tiveram ferimentos leves. O problema foi causado por problemas num dos motores.”

Tratava-se de um Boeing 767. Esse fato aconteceu na véspera, dia 28 de outubro.
Ocorre que, horas depois, no mesmo dia, foi a vez de um MD-10 cargueiro da Fedex também pegar fogo, este durante o pouso no aeroporto de Fort Lauderdale, na Flórida. E o JN, por equívoco, mostrou imagens deste acidente também, antes de mostrar o da American Airlines, e sem citá-lo!!









Portanto, a imagem correta para a matéria é apenas a última.
Incrível, não? Já que os aviões “são praticamente iguais”, e a pintura das empresas aéreas, “rigorosamente idênticas”!!!! não é??? (só que não...)


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CLARO QUE O FANTÁSTICO TAMBÉM ERRA!!!


Segundo o Fantástico, o King Air – no caso, usando como exemplo o que transportava para Paraty (RJ), onde se acidentou, o Ministro do Supremo – voa até 9 mil metros de ALTURA!
Imagine-o sobrevoando o Aconcágua!!! Vai ser atropelado por um Falcon 7X!!!
(pois o correto é “altitude”...)


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A GUERRA DAS FLORES


Recebemos quase que simultaneamente dois releases, um deles foi este:

“Mais de nove mil toneladas de flores foram transportadas pela LATAM Cargo para o dia de São Valentim

Mais de 140 aviões de carga decolaram durante as quatro semanas da temporada, transportando 21% do mercado total de flores da América do Sul 
80% das flores são transportadas para os Estados Unidos, enquanto os 20% restantes vão para a Europa e outros destinos

São Paulo, 14 de fevereiro de 2017 - Mais de 160 milhões de ramalhetes de flores foram transportados pela LATAM Cargo durante as quatro semanas prévias ao dia de São Valentim, o Dia dos Namorados para a maioria dos países e a época do ano na qual são exportadas mais flores no mundo todo. Para esta temporada, o negócio de carga do LATAM Airlines Group transportou 21% do mercado total de flores da América do Sul, o que representa por volta de 9.000 toneladas.
Entre os dias 16 de janeiro e 7 de fevereiro, mais de 140 aviões de carga decolaram do Equador e Colômbia, triplicando a média de envios regulares semanais. Só na rota Bogotá – Miami, na qual normalmente são transportadas 360 toneladas por semana, durante os dias que antecedem a data de São Valentim, este número chegou a 900 toneladas. Algo similar acontece na rota Quito – Miami, em que as 450 toneladas semanais aumentaram para 1,5 mil. Desta maneira, a LATAM Cargo transportou mais de 4,2 mil toneladas de flores provenientes da Colômbia e mais de 4,7 mil do Equador.
 “Para a LATAM Cargo a temporada foi encerrada com sucesso. Cumprimos com a oferta de voos necessária para atender a demanda de todos os nossos clientes, assim como com os recursos necessários em nossos compartimentos de carga na origem e destino, temas fundamentais para o desenvolvimento desta demandante época do ano para o transporte de cargas”, garante Felipe Caballero, Gerente Comercial da América do Sul, Norte e Central.
Durante essas semanas, os aviões de carga decolam de Bogotá, Medellín (Colômbia) e Quito (Equador), sendo os principais destinos os Estados Unidos e a Holanda. A maioria deles aterrissa em Miami, um dos hubs de distribuição mais importantes do mundo, no qual está a base das operações de carga da LATAM Airlines Group.
Os Estados Unidos são o principal destino das flores transportadas pela LATAM Cargo. Para esta temporada, o aeroporto Internacional de Miami recebeu cerca de 7,5 mil toneladas da empresa aérea, o que representa mais de 80% do total voado. Desses, 90% do total das flores que entram no país ficam no estado da Flórida, já os 10% restantes são transportados principalmente para Los Angeles. 
Em uma semana normal, o Aeroporto Internacional de Miami recebe algo em torno de cinco mil toneladas de flores provenientes do Equador e Colômbia. Já durante as semanas da temporada de São Valentim, esse tráfego supera as 14 mil toneladas.
Essas flores chegam às instalações da LATAM Cargo Miami e são distribuídas para as diversas cidades dos Estados Unidos e, em menor escala, para a Europa via Amsterdã, Holanda, e Oceania via Sidney, Austrália. 

Especialistas no transporte de perecíveis

Para este serviço, a empresa programa e mantém a temperatura de forma controlada nos compartimentos de carga dos aviões e trabalha com períodos reduzidos de recebimento e entrega da carga.
 “Nosso transporte de perecíveis é baseado em um controle de temperatura realizado durante toda a cadeia logística para manter e garantir a qualidade do produto. A LATAM Cargo conta com uma frota de aviões e instalações adaptadas para isso, especialmente em Miami, lugar no qual temos a maior câmara frigorífica da nossa operação de carga”, afirma Cristián Ureta, CEO da LATAM Cargo. 

Colômbia e Equador, principais exportadores mundiais

Mesmo que países Latino-americanos como o Peru, Costa Rica e Guatemala contem com produções de flores para esta temporada, os principais países são Colômbia e Equador, exportando mais de 42.000 toneladas de flores frescas para mais de 90 países só durante a temporada de São Valentim. 
Para ambos os países, a floricultura é fundamental em sua economia. As principais variedades transportadas são as rosas vermelhas, cravos, pompons e crisântemos. Durante o ano de 2016, a LATAM Cargo transportou mais de 100 mil toneladas de flores provenientes desses dois países, alcançando uma participação de mercado aproximada de 26%.
“Para a LATAM Cargo, o mercado de flores é muito relevante, representando por volta de 57% da carga que transportamos no ano da América do Sul para a América do Norte e Europa, por meio de operações semanais de Medellín, Bogotá e Quito”, garante Felipe Caballero, Gerente Comercial da América do Sul, Norte e Central. 
O mercado de flores permanece ativo durante o ano todo, sendo as temporadas de São Valentim (janeiro e fevereiro) e Dia das Mães (abril e maio) os períodos que concentram a maior demanda.”



Só que, logo em seguida, a concorrente informou que já transportou bem mais...


“Para San Valentín:
Avianca Cargo transportó más de 11.000 toneladas de flores

14 de febrero de 2017. Con motivo de la celebración de San Valentín, Avianca Cargo movilizó 11.200 toneladas de flores en el periodo comprendido entre el 16 de enero y el 7 de febrero de 2017. 
A través de 175 vuelos dedicados de manera exclusiva al transporte de flores, la aerolínea registró un crecimiento del 15% en el volumen de flores transportadas en esta temporada frente a la fiesta de San Valentín en 2016. A la operación carguera directa con motivo de esta festividad, se suma el traslado de 416 toneladas adicionales de flores movilizadas hasta Ámsterdam a través de aerolíneas con las cuales Avianca tiene acuerdos comerciales.
Entre la variedad de flores transportadas desde Bogotá se destacan las rosas, claveles y buquets. Desde Medellín se exportaron pompones, hortensias y crisantemos, en tanto que desde Quito se movilizaron rosas, gypsos y astromelias.
Las flores fueron llevadas a Miami, desde donde conectaron con Los Ángeles, Nueva York, Tokio, Melbourne, Sídney, Frankfurt, Sao Paulo,San Juan, San Salvador, Brisbane, Aruba, Toronto, Seúl, Curazao, Londres, Pekín, Shanghái y Madrid. Solo en un día, Avianca Cargo movilizó 832 toneladas de flores a través del Aeropuerto Internacional de Miami.
Para el cubrimiento de la demanda por San Valentín, Avianca Cargo operó ocho vuelos chárter con destino a Los Ángeles (5), Miami (2) y un vuelo a San Juan de Puerto Rico.
El Director General de Avianca Cargo, Andrés Osorio, anotó: “En Avianca Cargo nos sentimos orgullosos de los exitosos resultados de la temporada. No solo superamos los volúmenes de flores trasladadas el año pasado. También demostramos la calidad y el profesionalismo de nuestros procesos, lo que nos habilita para atender las necesidades del sector floricultor de la región. Es gratificante saber que nuestro equipo hizo parte activa de esta cadena de suministro de flores a los diferentes países del mundo que celebran esta fecha tan especial”.”


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NOSSA!!! COMO O PORTA-AVIÕES SÃO PAULO
‘TÁ DIFERENTE...




15/02/2017 07h49 - Atualizado em 15/02/2017 10h25



Marinha decide desativar único porta-aviões

Por Estadão Conteúdo*
fonte: Divulgação/Ministério da Defesa




O processo de desmobilização começa imediatamente e só será concluído em 2020

A Marinha do Brasil decidiu desativar definitivamente o único porta-aviões da sua frota de combate, o NAe A-12 São Paulo, comprado na França, em 2000, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, por US$ 12 milhões. O navio está recolhido ao sistema de docas da força naval no Rio de Janeiro. O levantamento dos custos de modernização do navio superou a marca de R$ 1 bilhão e foi considerado excessivo pelo Almirantado. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o presidente Michel Temer já foram informados da decisão.

O processo de desmobilização começa imediatamente e só será concluído em 2020. O procedimento, em três etapas, exigiria 10 anos de trabalho e a imobilização da unidade. Os caças A-4 Skyhawk do Grupo Aéreo do São Paulo continuarão operando a partir da Base de São Pedro da Aldeia. O destino final do A-12 não está definido. O tamanho do investimento para recuperá-lo dificulta uma negociação no mercado de material de Defesa.

Excluído o plano de recuperação do porta-aviões, as prioridades de reequipamento da Marinha passam a ser os programas de construção de uma frota estratégica de submarinos, um dos quais de propulsão nuclear, e de novas corvetas médias da classe Tamandaré. Na próxima década, segundo apurou a reportagem, será lançado o projeto de desenvolvimento no País de um porta-aviões de tecnologia nacional, equipado com aviões de ataque brasileiros. Grande parte dos recursos de bordo, incorporados ao longo do tempo durante operações de atualização de sistemas, serão removidos e reinstalados em outras embarcações. A atualização os jatos de ataque Skyhawk, a cargo da Embraer, será mantida.

O NAe A-12 São Paulo, um gigante de 32,8 mil toneladas, 265 metros e 1.920 tripulantes, tem 37 anos de idade e sob a identidade francesa, Foch R-99, atuou em frentes de combate na África, Oriente Médio e na Europa. Nau-capitânia da Marinha, chegou ao Brasil em 2001.


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Tudo bem, só que a foto é, na realidade, da Corveta Barroso da Marinha do Brasil, inclusive, ao se clicar sobre a foto é justamente esse nome que surge.
E não adianta a Jovem Pan colocar a culpa no “Estadão Conteúdo”, porque , lá no site do Estadão, a foto está correta!!! (veja em http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,marinha-decide-desativar-unico-porta-avioes-de-combate-do-pais,70001665945)

Veja também comentários de internautas no Facebook (mentemos anônimas suas identidades):


Está explicado porque desativaram. Não cabia um único avião. Kkk

É para drones?

Acho que to vendo um F-18 ali no lado esquerdo, debaixo do periscópio!

"Imagem meramente ilustrativa" :P

Que vergonha!

Na verdade não sei se dou risada ou choro...

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 “NOSSAS PRINCIPAIS SEÇÕES”


DEU NO F@CEBOOK


Olhem o garoto que pousou depois do 747-8 da Lulu... corajoso, hein?! kkkkkk


Yuri Gazzi Scudeler Solange Galante J esse era o avião que eu voava hahahaha fiz muito isso aí de pousar atras de 777,747,a340... Mas teve uma vez q na final uma esteira de um a320 me virou no.dorso...



Solange Galante J Yuri Gazzi Scudeler, o 747-8 eu fotografei às 6h47 e o Carajá, às 6h50. Esses três minutos provam que ele foi abusado ou não? https://www.facebook.com/images/emoji.php/v6/f57/1/16/1f609.png;)

Yuri Gazzi Scudeler Muito abusado!!!! E olha Solange, meu pai sempre me falava pra eu tomar cuidado...eu não botava fé...achava q eu já tinha tomado esteira de turbulência... até q um dia eu tomei uma.de verdade aí comecei a ser menos abusadinho https://www.facebook.com/images/emoji.php/v6/fd0/1/16/1f602.png😂

Solange Galante J Nesse caso ele teria que avisar a TWR e arremeter, né?

Yuri Gazzi Scudeler Sim... https://www.facebook.com/images/emoji.php/v6/ff2/1/16/1f615.png:/

Daniel R. Carneiro Se o da frente fosse um 757, o garoto estava frito!

Daniel R. Carneiro Estudos provaram que a esteira de turbulência do 757 é maior que a de um 747 ou C-5 Galaxy!


Solange Galante J Tb já ouvi falar disso!


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DEU N@ INTERNET:




Descubra como é possível sobreviver a quase todos os acidentes aéreos


Yahoo Notícias14 de fevereiro de 2017



É possível sobreviver a quase todos os acidentes aéreos, já que 87,7% deles terminam sem vítimas fatais. No entanto, um especialista afirma que há um único passo que pode aumentar muito as suas chances de sobrevivência.

No ano passado os tripulantes que foram retirados com vida dos escombros do desastre aéreo da Chapecoense afirmaram que sobreviveram por “seguirem o protocolo de emergência” enquanto outros passageiros ficaram em pé e gritaram desesperados.

Os membros da tripulação, especificamente, se mantiveram sentados e adotaram a posição de emergência para se proteger do impacto.

Adotar esta posição de ‘emergência’, onde os passageiros se inclinam para a frente e apertam os cintos, irá prevenir muitas das graves lesões dos acidentes aéreos, conforme um especialista em segurança aérea, cujo nome não foi divulgado, explicou ao Mail Online.

Ele disse: “Quando um avião sofre um acidente, você tem dois impactos. No primeiro os passageiros sentem o aperto do cinto de segurança. No entanto, conforme a aeronave para, você continua a se mover para a frente. O segundo impacto é o mais crítico. O que acontece é que seu tronco se move para a frente, e ao fazer isso, acaba atingindo alguma coisa. Este certamente é o caso nos assentos da classe econômica”.

“A melhor posição para se adotar, é aquela em que você se agacha e reduz o movimento da cabeça na direção para a frente.”

 “Qualquer coisa que você possa fazer para impedir que o seu tronco e a sua cabeça se movam para a frente é a melhor posição a adotar.”
“Você tem boas chances de sobrevivência em um acidente aéreo. Pouquíssimos acidentes envolvem um impacto total com o solo, e são esses em que a chance de sobreviver é quase nenhuma.”



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Passageiros trocam socos em ‘voo barraco’ e as coisas não acabam bem; vídeo



Publicado:
13 janeiro 2017


Piloto precisou fazer pouso forçado por conta de barraco dentro da aeronave.



"Atenção, senhores passageiros. Este voo vai terminar em barraco!". Poderia ser assim que as comissárias de bordo do voo entre Beirute, no Líbano, e Londres, na Inglaterra, poderiam ter começado mais um dia de trabalho. Isso porque os passageiros que estavam nessa viagem pareciam com os ânimos bem aflorados. De acordo com informações do jornal 'O Globo', em reportagem publicada nesta sexta-feira, 13, passageiros do trajeto mencionado anteriormente decidiram trocar socos e tapas no ar. O motivo? Ninguém sabe. O jornal carioca evidencia a falta de justificação explícita para briga, mas publica um vídeo, que mostra toda a confusão. Essas imagens podem ser vistas ao final dessa reportagem.

O jornal 'O Globo' não diz ao certo quando a viagem da discórdia foi realizada, mas fala que o vídeo começou a circular nessa sexta-feira. Nas redes sociais, ele teria virado um verdadeiro fenômeno de acessos. Ao que se sabe, a briga não terminou nada bem e afetou a segurança de todos a bordo, inclusive, os mais adeptos ao lema 'paz e amor' e que apenas observavam perplexos a briga entre alguns passageiros. O voo acabou tendo que fazer um pouso forçado e colocando as autoridades em alerta. É bastante raro um pouso desse tipo. Geralmente, ele acontece por uma falha mecânica, ou por uma grave emergência médica.

As imagens mostram que os dois homens na confusão estavam muito nervosos. O avião era da Middle Eastern Airlines e acabou pousando em Istambul, na Turquia. A região, apenas para lembrar, convive com regulares atentados terroristas. O homem que grava as cenas de briga diz que tudo está muito engraçado. Ninguém teria sido preso. A companhia aérea prefere não comentar o barraco.


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DIRETAMENTE DOS NOSSOS “ARCHIVOS”


Anúncio de 1979 da Airbus (então chamada Airbus Industrie) sobre o Airbus A310, o A300 modernizado e encurtado.

Airbus out 1979 (foto a ser incluída posteriormente neste Blog)


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 “COMIDA DE AVIÃO”





Nosso colaborador gastronômico relembra com essas fotos seu voo pela Aerolineas Argentinas em 23 de outubro de 2016 entre o Aeroparque (Buenos Aires) e Aeroporto de Guarulhos (GRU) no Boeing 737-800 LV-FUB. O recheio do sanduíche era de queijo e presunto.


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CAIXA PRETA DE CAMÕES


Diferente do que as pessoas pensam, o acidente em que a aeronave bate ou raspa a calda no chão, o Tail Strike é mais comum do que parece.

(Fonte: Blog “Sabor de Voar”)

(Esse erro é tão grave quanto comum, que me recuso a comentar...)


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NOSSA EXCLUSIVA E SUPER CHARMOSA
COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS!!!

E S P E C I A L


Hoje uma seção especial!!! Em homenagem à mesma revista que mandou o repórter invisível visitar o Antonov 225 em GRU!
Uma pérola que poderíamos chamar de “pequena confusão, só que não!”

Um dia, comentaram comigo que a Qatar Airways iria deixar de voar para o Brasil em 2017. Estranhei, pois a Etihad também o faria, como previamente anunciado. Lamentei pela perda de duas companhias com pintura dos aviões belíssimas.

Meses depois, achei no Facebook essa “errata”...



O que é uma errata? É a correção de um erro no jornalismo.
A errata é sempre tardia, a partir de que o mesmo leitor, ouvinte, telespectador, internauta, ou seja destinatário da mensagem, pode não estar mais atento ou online ou lendo quando a errata se fizer presente. E pode vir a nunca saber que recebeu informação errada.
Vejam bem: o excelente site Contato Radar replicou a notícia, confiando na “credibilidade” da fonte, mas logo teve várias manifestações em contrário.










Confiando no Contato Radar, este outro site também replicou a notícia mentirosa da revista especializada:


A revista, aliás, foi rápida em corrigir o erro... mas algum estrago já havia sido feito, como vimos acima.

Ela corrigiu mas ainda não havia corrigido o link, que provava o erro:




A repercussão no Facebook foi esta:





Reparem que os internautas acusaram a revista de apagar comentários. Claro que os que não agradam...
E que um deles disse que confiou e repassou a notícia.

Consultada, a Qatar Airways preferiu não comentar o assunto. Com certeza, estava nitidamente aborrecida com o engano.



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VALE A PENA LER DE NOVO


CAIXA PRETA # 26/2002

“SENTA A PUA NO GLOBONEWS”

O documentário "Senta a Pua!" venceu a votação via Internet no site GloboNews como o melhor filme brasileiro de 2001. A eleição escolheu, no final do ano recém-terminado, os principais destaques de Cultura do ano de 2001. Mas gerou uma grande discussão logo após o comentário a seguir, publicado no mesmo site:

"Mas a surpresa mesmo ficou reservada à categoria filme brasileiro. O documentário "Senta a Pua!", que ocupou pouquíssimas salas de exibição pelo Brasil e não possui diretores consagrados, venceu com mais de 24% das intenções de votos. Isso em um ano com filmes premiados como "Lavoura arcaica" e "Bicho de sete cabeças" e líderes de bilheteria como "Xuxa popstar" e "A partilha". O fato pode ter uma explicação: o filme tem um fã-clube de peso ligado à internet ou bons admiradores hackers capazes de burlar o sistema de votação, que só permitia uma escolha no prazo de 24 horas."

Para os leitores se situarem, vejam parte de outro texto também do GloboNews:
“Melhor filme no 12º Festival de Cinema de Natal, o documentário "Senta a Pua!" conta a história da participação dos aviadores brasileiros na Segunda Guerra Mundial. O documentário ficou à frente de "A partilha", a comédia teatral que virou filme dirigido por Daniel Filho, que contabilizou 18%. "Bicho de sete cabeças" arrebatou a última edição do Festival de Brasília, em novembro passado, acumulando prêmios do júri oficial, do júri popular, da crítica, e o prêmio de melhor ator para Rodrigo Santoro e ficou em terceiro lugar entre os leitores com 14%. Apenas com três cópias em circuito nacional, "Lavoura arcaica", de Fernando Carvalho, fez bonito e ganhou o primeiro lugar na premiação do júri oficial do 34º Festival de Brasília além de outros quatro prêmios. Nas eleições online ganhou 10% dos votos. Por fim, "O Xangô de Baker Street", de Miguel Faria Jr., uma adaptação do livro de Jô Soares, ficou com 8%.”

Mas vamos ao que interessa: a chuva de e-mails, inclusive de sua própria produtora, em defesa do belo documentário de Erick de Castro (Conforme texto publicado no próprio GloboNews, com trechos que resumimos devido seu tamanho; também o nome dos internautas foi abreviado, exceto em relação ao produtor) :

“A íntegra dos e-mails dos leitores e fãs de 'Senta a Pua!'
Abaixo, a reprodução dos e-mails dos leitores sobre a vitória de "Senta a Pua!":
"A eleição do documentário "Senta a Pua!" como melhor filme brasileiro de 2001 veio abrilhantar ainda mais a trajetória do filme, que há 2 anos vem concorrendo em festivais nacionais e internacionais e percorrendo cidades brasileiras, sendo sempre muito bem recebido. Mas hoje, ao lermos a matéria sobre o resultado da enquete, ficamos um tanto decepcionados com as alternativas com que vocês tentam justificar o fato. Levantar hipóteses suspeitas quanto ao resultado não seria, ao mesmo tempo, uma certa falta de respeito aos seus eleitores e ao seu eleito? Isso não poderia ser considerado um certo preconceito? Então, não merece fé o concurso realizado pela Globonews? Ter um grande fã-clube de peso ligado à Internet é uma realidade, pois sempre foi o nosso objetivo divulgar o Projeto "Senta a Pua!" nesse mar sem fronteiras pois trata-se de um filme que teve o maior lançamento do Brasil na Categoria Documentário, com lançamento em 15 cidades brasileiras; (...); conta com uma extensa mailing list de interessados pelo tema; lançado em Nova York antes do lançamento no Brasil, ficou 1 semana em cartaz no Pioneer Theater; eleito, ainda há pouco, o melhor filme em 2 Festivais de Cinema, o de Natal e o da Amazônia, nos quais concorreu com filmes de ficção. Será que diante de tudo isso o "Senta a Pua!" já não se constituiria um sério concorrente? Quanto a outra alternativa, preferimos não comentar. Somos uma produtora inaugurada em 1995, sendo o "Senta a Pua!" nossa primeira grande produção, logo o nosso dever é cuidar dia a dia do nosso produto pois para nós o filme não acaba sua carreira após o lançamento no circuito comercial, resta muito a fazer (...). não se deve desprezar a ocorrência de mais um reconhecimento do público pelo importante resgate histórico que representa o "Senta a Pua!". Portanto, cremos ser de justiça que qualquer alusão a nossa vitória seja feita de maneira mais isenta. (...)” Christian de Castro, produtor

"'O fato pode ter uma explicação: o filme tem um fã-clube de peso ligado à internet ou bons admiradores harckers capazes de burlar o sistema de votação, que só permitia uma escolha no prazo de 24 horas.' (...) O filme é um marco no resgate da cultura histórica brasileira. Senti-me, portanto, extremamente ofendido pela infeliz colocação (conforme texto sublinhado acima), motivo pelo qual venho solicitar a retratação de quem o escreveu, visto que o mesmo constitui-se em flagrante desrespeito àqueles que acessam diariamente Globonews, bem como e em especial, ao espetacular trabalho de Erik de Castro." R H

"São muito lamentáveis os comentários preconceituosos a respeito da vitória do documentário "Senta a Pua", de Erick de Castro. (...). Vocês deveriam elogiar a produção, que acredito ser independente e revela o surgimento de novos talentos no cinema brasileiro. Não foi escrita uma linha sobre as qualidades do filme. (...) Apesar de, a meu ver, a nota descredenciar a pesquisa feita por este portal e não o filme, seria nobre da parte do autor da mesma uma retratação. Acredito que muitos, como eu, repudiam tal comentário." J T

"Na noite de hoje (2 de janeiro), acessei o site da GloboNews (...) Confesso que me encontro profundamente decepcionado e até indignado com as observações contidas na matéria "Senta a pua!' vence como melhor filme brasileiro e 'Harry Potter', americano". Para justificar o que pareceu ser uma anomalia, o autor da matéria lançou mão do infeliz comentário (...). No meu fraco entender, tal opinião impugna a validade do trabalho que realiza a GloboNews na área de divulgação e promoção de eventos culturais, sem mencionar que insulta a inteligência do público que pretende participar de tal trabalho. O autor ainda demonstrou uma certa falta de conhecimento ao afirmar "O documentário "Senta a pua!"... ocupou pouquíssimas salas de exibição pelo Brasil...". Conquanto não disputo esse fato, o autor não mencionou - por conveniência ou desconhecimento - que esse mesmo filme foi apresentado nos Estados Unidos e diversos países europeus, onde colheu muitos elogios. Em vista dos lamentáveis comentários dirigidos ao filme "Senta a Pua", só posso presumir que o autor desconsidera o valor de produções cinematográficas do gênero documentário. (...) Acredito que se deve apoiar onde possível as iniciativas que visam a preservação da história desse país. No entanto, vejo que o autor da matéria "Senta a pua!' vence como melhor filme brasileiro e 'Harry Potter', americano" está inclinado a apoiar outro tipo de empreitada cinematográfica que não os documentários. Talvez o autor é de opinião que 'Xuxa Popstar' era merecedora de uma melhor colocação que aquela obtida por 'Senta a Pua'?" J FJr

"Venho manifestar minha surpresa e indignação com os comentários publicados na página do site GloboNews, sobre o documentário "Senta a Pua" (...) Sim, o documentário tem "um fã-clube de peso ligado à Internet". E-mails foram enviados a todos os que, de uma forma ou outra, estão envolvidos com a preservação da história do 1º GpAvCa pedindo que votassem no filme, procedimento este absolutamente normal e corriqueiro em eleições via internet. O documentário tem uma enorme quantidade de admiradores que valorizam-no considerando não apenas o lado "arte", mas o resgate de nossa história, o excelente trabalho de pesquisa e a justiça que foi feita a homens que lutaram pelo nosso país sem nunca ter tido o devido reconhecimento. Mas não, o documentário não tem "bons admiradores hackers capazes de burlar o sistema de votação". Muitos de nós contribuem, cada um a seu modo, para manter viva a memória dos feitos do 1º Grupo de Aviação de Caça e as lições aprendidas com nossos veteranos incluem aquelas de respeito e dignidade. Lamento informar que se nossas integridade e dignidade tivessem um preço (e que fique claro que não o tem), certamente este não seria o de uma mísera eleição via Internet. Creio que a GloboNews não entendeu que o público do "Senta a Pua" não é composto por um bando de adolescentes dispostos a tudo para ganhar uma eleição via web e certamente ninguém burlou o sistema de votação da GloboNews, mesmo não sendo necessário ser nenhum "hacker" ou "expert" para fazê-lo. O que me ofende no artigo publicado é ver a honestidade de nossos votos colocada em dúvida. Ofende a memória de homens como Cordeiro, Medeiros, Rittmeister, Waldir, Aurélio, Dornelles, dos Santos, Sapucaia e Gastaldoni ver um infeliz autor não entender como a história do "Senta a Pua" pode ser mais votada do que um "líder de bilheteria como Xuxa popstar". Sim, cabe a esse infeliz autor o direito de questionar a qualidade técnica e/ou artística do documentário e seu valor como obra cinematográfica. Mas não lhe cabe o questionamento público da honestidade dos votantes, o que é uma ofensa a toda a comunidade que rodeia o 1º GpAvCa e que uniu-se e mobilizou-se para votar no documentário de maneira limpa. Creio, portanto, ser justa e cabível a publicação no site da GloboNews de uma retratação à ofensa feita a todos aqueles que honesta e dignamente votaram no documentário "Senta a Pua".V V

"No mínimo mais estranha a alegação deste importante meio de informações, ao tentar imputar a simples "hackers" a expressiva votação dos brasileiros para com um filme que retrata uma real história de bravura de alguns poucos brasileiros que estiveram no horrendo palco de guerra, a Segunda Guerra Mundial. Parece-me sim, que o Sr. Editor, como todos da REDE GLOBO, vive um "Mundo de fantasias", no qual acredita que o público brasileiro ainda está assistindo somente "aquilo" (sic) que a Rede Globo transmite em suas potentes antenas, e não consegue acreditar que numa virada da história, e que nós simples mortais brasileiros temos interesse em assistir outros filmes, mesmo que não gerados/dirigidos por "diretores consagrados", e que mostrem algo mais consistente, real, não "fantasioso e novelesco". (...)." N K

"Extremamente infeliz o comentário da Editoria de ‘Diversão e Arte’ a respeito da vitória do filme "Senta a Pua!" como melhor filme nacional. Argumentar que a vitória possa dever-se à um fã clube organizado ou mesmo à uma maior quantidade de internautas fãs de aviação ou de história (poderia usar o termo "cultura" mas não creio que seja uma palavra conhecida de vocês) até que passaria. Mas insinuar que tenha sido obra de hackers é muito mais grave. O que diriam os Srs. editores se, houvesse ganho o filme da Xuxa, nós internautas disséssemos que houvera fraude da Globo para favorecer a sua estrela cadente? (...) não participei da votação (só fiquei sabendo da mesma hoje, por meio de um e-mail de um amigo). Caso contrário, teria sido mais um voto (honesto) para o "Senta a Púa". O mesmo deve ter ocorrido a muitos outros entusiastas, razão verdadeira pelo resultado ter ficado APENAS em 24%. (...)." L N B

A RESPOSTA DO SITE GLOBONEWS:

“Fãs justificam vitória de 'Senta a pua!'
"Talvez o autor seja de opinião que 'Xuxa Popstar' era merecedora de uma melhor colocação que aquela obtida por 'Senta a Pua'?", perguntou o leitor J.F.Jr., do Rio de Janeiro. Sinceramente, J.? Não. Nós preferimos o "Senta a pua". Mas que ficamos surpresos com sua vitória na eleição dos leitores para os melhores do ano de 2001, encerrada na última terça-feira, isso ficamos. Ainda mais surpresos porque, quando a votação entrou no ar, em 18 de dezembro, "A partilha", que atraiu 1,5 milhão de pagantes aos cinemas, disparou na frente, seguido de "Bicho de sete cabeças", visto por 400 mil espectadores. Essa colocação se manteve por pelo menos dez dias, com "Senta a pua" na lanterninha. De repente, não mais que de repente, poucos dias antes do encerramento, o filme dispara e termina em primeiro. Quando a eleição foi consolidada, levantamos duas possíveis explicações: "o filme tem um fã-clube de peso ligado à internet ou bons admiradores hackers capazes de burlar o sistema de votação". Agora se sabe que é a primeira opção. Choveram e-mails de fãs de "Senta a pua" indignadíssimos com a gente por ter suspeitado de um hacker. Tudo bem. Como os CDs de Zélia Duncan e do Infierno provaram nas categorias de música popular e pop/rock, ao vencer títulos que tiveram muito mais cópias vendidas, o que importa no voto popular não é quantidade de pagantes, mas a intensidade dos fãs. E aos de "Senta a pua" não falta entusiasmo. Via e-mail, Christian de Castro, da BSB Produções Ltda, produtora do filme, explicou que "Ter um grande fã-clube de peso ligado à Internet é uma realidade, pois sempre foi o nosso objetivo divulgar o Projeto 'Senta a Pua!' nesse mar sem fronteiras", acrescentando que a produtora "conta com uma extensa mailing list de interessados pelo tema". O leitor V.V., de São Paulo, corroborou a afirmação de Castro: "Sim, o documentário tem 'um fã-clube de peso ligado à internet'. E-mails foram enviados a todos os que, de uma forma ou outra, estão envolvidos com a preservação da história do 1º GpAvCa, pedindo que votassem no filme, procedimento este absolutamente normal e corriqueiro em eleições via internet". Então, mais uma vez, para deixar claro: nada contra. Isso apenas deixa mais clara determinada diferença: se mais gente saiu de casa para ver "A partilha" ou "Bicho de sete cabeças" em vez de "Senta a pua", mas mais espectadores de "Senta a pua!" quiseram votar no seu filme favorito, isso só mostra o produto cultural mais consumido não necessariamente é o que tem o fã mais apaixonado. GloboNews.com
Meu comentário:


Se no lugar de “Senta a Pua!” houvesse ocorrido o mesmo com “Xuxa Popstar” ou “A Partilha”, por exemplo, é possível que o GloboNews nada comentaria, muito menos em tom irônico. Aliás, no caso do filme da Xuxa, provavelmente até aplaudiria o resultado...

Quanto ao infeliz comentário: "o filme tem um fã-clube de peso ligado à internet ou bons admiradores hackers capazes de burlar o sistema de votação", podemos comentar ou perguntar:

Por que esse fã-clube não mostrou sua garra desde o início das votações? É possível que ainda não soubesse da votação. E se só soube da votação nos últimos dias de eleição e só então fez sua escolha, isso é crime???
Seria por acaso improvável que pessoas que já tivessem assistido a todos ou vários dos filmes em votação, incluse “A Partilha” e “Bicho de sete cabeças”, sem ser particularmente fãs de “Senta a Pua!”, votassem neste último simplesmente por terem gostado dele? Creio que isso seja absolutamente normal de acontecer. Mas o site dá a entender que só “fãs” contribuiram com sua vitória, e até de maneira desonesta (hackers).
Por que apenas “Senta a Pua!” teria “fãs” (hackers ou não) em suficiente número para que o filme vencesse? A meu ver, com isso, o próprio site deprecia os outros filmes, como se pensasse “Puxa, nem mesmo os filmes com mais público apaixonaram tanta gente...”
Êpa, eu falei “apaixonar”? Mas... não “apaixona” apenas o que realmente agrada?
Alguns filmes (não exatamente os constantes da votação de filmes nacionais e internacionais do GloboNews) apaixonam demais mas nem Oscar conseguem. E os que vencem o Oscar ou outros grandes prêmios muitas vezes só agradam críticos, não o público (a quem todos os filmes se destinam). Lembrando ainda que, assim como muitas pessoas vão ao cinema com recomendação dos amigos que já viram o filme X ou Y antes, igualmente muita gente vai ao cinema (e entra no total de público da bilheteria de determinado filme) e sai decepcionado – mas aí já é tarde, virou público, entrou no banco de dados, se não gostou, esse fato é descartado, vale quanto de gente entrou no cinema.

Outro trecho da resposta: Isso apenas deixa mais clara determinada diferença: se mais gente saiu de casa para ver "A partilha" ou "Bicho de sete cabeças" em vez de "Senta a pua", mas mais espectadores de "Senta a pua!" quiseram votar no seu filme favorito, isso só mostra o produto cultural mais consumido não necessariamente é o que tem o fã mais apaixonado.”
Conforme falei acima...

“(...)quando a votação entrou no ar, em 18 de dezembro, "A partilha", que atraiu 1,5 milhão de pagantes aos cinemas, disparou na frente, seguido de "Bicho de sete cabeças", visto por 400 mil espectadores. Essa colocação se manteve por pelo menos dez dias, com "Senta a pua" na lanterninha. De repente, não mais que de repente, poucos dias antes do encerramento, o filme dispara e termina em primeiro.

...então, por que o tom irônico? Se tivesse disparado logo de início, então não teriam sido fãs (ou hackers)? Sugiro que, nas próximas eleições desse tipo, acrescentem essas perguntas aos votantes: “Diga a qual dos filmes abaixo você assistiu, em qual vota e porquê.” Daí tudo ficará bem claro, sem dar margem a dúvidas.
É, minha gente... Pelo que parece, a História de nossa Aviação continua sendo extremamente maltratada pela mídia não-especializada...


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“LIVROS DE AVIAÇÃO”

Vamos além de uma resenha. Apresentamos livros e indicamos onde podem ser conseguidos!

Dois livros, este mês!!!!





CONTATO AVIAÇÃO E ARTE
Mauro Godoy
Instituto Fernando Arruda Botelho

Livro novíssimo, lançado em outubro passado, é recheado de contos, crônicas, “papos de hangar” e casos pitorescos de vários autores, reunidos pelo conhecido piloto e artista de aviation art Mauro José de Godoy Moreira e ilustrados pelo próprio em magníficas imagens coloridas ou em bico de pena.  Entre os autores com saborosíssimas histórias estão o saudoso Fernando de Arruda Botelho, Flávio Bierrenbach, Lucita Briza, Coronel Camazano, Carlos Edo e vários outros. Imperdível para quem gosta da  aviação tradicional dos aeroclubes, aeródromos de interior, aviões de tela etc.
 
Em português, repleto de ilustrações
2016
143 páginas
34,5 cm X 24,5 cm
Brochura
Capa dura


Onde pode ser adquirido?

Contatando diretamente o autor por email (mm.godoy@terra.com.br)  ou telefone 11 9.9222-5562 (É a melhor maneira de recebê-lo já autografado!)


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VOO A VELA – VOANDO MAIS RÁPIDO E MAIS LONGE
Henrique Navarro
Editora Asa

O livro está sendo lançado este mês e tem patrocínio da Embraer O autor já foi cinco vezes campeão brasileiro e participou também de quatro campeonatos mundiais com boas colocações, batendo ainda 26 recordes brasileiros de distância e velocidade para planadores. Ou seja: conhece “nada” do esporte... Por isso, o livro vai além das publicações para quem está aprendendo a planar: fala de acrobacia, conta “causos” vividos pelo autor, analisa fenômenos meteorológicos envolvidos com o voo a vela, analisa os modelos mais populares no Brasil, comenta recordes, detalha competições, ensina a calcular o centro de gravidade, trata do treinamento mental do piloto de competição... será que falta algo? Ah sim, e tudo com ilustrações e fotos coloridas!

ISBN 978-85-86262-62-3

Em português, repleto de fotos
2016
296 páginas
28 cm X 21 cm
Brochura
Capa flexível


Onde pode ser adquirido?



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“CAPAS”


Algumas capas de revista de aviação que se destacam por si só ou trazem homenagens históricas. Colabore você também enviando aquelas de que mais gosta!




MD-11 da Vasp na capa dupla da Flap de outubro de 1994, a tradicional edição de Aviação Comercial na América Latina.



A norte-americana revista Flying é publicada desde 1927 (o nome era, então Popular Aviation) Seu principal público é composto por pilotos, proprietários de aeronaves executivas, e representantes do mercado de aviação em geral. As matérias, em sua maioria, são técnicas. Esta edição é de junho de 2001. A principal matéria de capa, sobre voo em um caça , foi escrita pelo Capitão Bill Cason, da Guarda Aérea Nacional norte-americana, voando F-16.



Maio de 2002. Uma edição especial da saudosa Varig, pela sua própria revista.


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CAIXA COR DE ROSA

Em março e abril de 2017 o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão-Tom Jobim) receberá uma grande feira de aviação, a International Brazil Airshow (IBAS). Entre a programação preliminarmente divulgada haverá o seminário Women in Aviation visando “promover discussões a respeito do incentivo à participação das mulheres na aviação na América Latina, e reconhecer as pioneiras que trouxeram contribuições históricas para o setor.” “O IBAS traz o seminário Women in Aviation, no dia 29 de março de 2017 – a data já está confirmada.
Esta é a programação preliminar (até 11 de fevereiro) (fonte: IBAS):
· 
14:00 - 15:00

HIGHLIGHTS: Abertura - Boas-vindas e perspectivas: participação das mulheres no setor aeronáutico mundial - cronograma
Cláudia Sender, Presidente – LATAM*
Donna Hrinak, Diretora da América Latina e Caribe – Boeing*
Junia Hermont, Superintendente - Líder Aviação*
Molly Martin, Diretora de divulgação - Women in Aviation, International 
Paula Faria, Idealizadora - IBAS - International Brazil Air Show
Peggy Gilligan, Associate Administrator, Office of Aviation Safety - FAA - Federal Aviation Administration

Moderatora: Maria Julia Coutinho, Jornalista* 

* A confirmar
·  15:00 - 16:00
PAINEL 1: Mulheres brasileiras e latino-americanas na aviação- Como estimular a participação através da educação? 
- Como promover a compreensão pública das realizações e contribuições das mulheres na aviação? 

Aline Pacheco, Professora Adjunta da Faculdade de Ciências Aeronáuticas - PUC Rio Grande do Sul* 
Carla Christina Schnapp, Partner - Bernardi Advogados* 
Marcia Costa, Presidente - Marcia's Catering* 

Moderador: Fabio Campos, Diretor Executivo da América do Sul e Central - Embry-Riddle Aeronautical University* 

* A confirmar
·  16:30 - 17:00
SPOTLIGHT: Qual é o papel desempenhado pelas empresas, universidades e entidades do setor para estimular a participação das mulheres na aviação?
A confirmar
·  17:00 - 17:30
BRAZIL CHAPTER: Porque e como participar
Molly Martin, Diretora de divulgação - Women in Aviation, International 
Paula Faria, Idealizadora - IBAS - International Brazil Air Show 
Mais informações:



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 “Sites úteis”



A página se intitula o único site em português especializado em manutenção de motores aeronáuticos. Sua origem é portuguesa, com certeza. Embora não esteja atualizado desde outubro de 2010, traz um glossário muito interessante de termos técnicos de aviação.


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– “PENSAR PARA VOAR” –

 (PENSAMENTOS E FRASES RELACIONADOS À AVIAÇÃO)


“Varig mesmo foi a combinação dos melhores aviões, tripulados pelos melhores profissionais, operando nas melhores rotas, nos mais convenientes horários, com o melhor serviço possível e transportando os melhores passageiros. É isso que temos hoje em dia? Claro que não.” (Gianfranco “Panda” Beting, 2010)



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A PERGUNTA DO MÊS


Quem poderá responder a essa indagação?

“Qual será o destino do prédio-sede da Vasp, no Aeroporto de Congonhas, que já teve seu leilão frustrado por várias vezes?”

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Resta ainda sabermos (e a lista só aumenta):

= “Se começar mesmo a vigorar a cobrança pelo despacho de bagagem por parte das companhias aéreas brasileiras, haverá redução no preço em si das passagens aéreas, que, supostamente, é a motivação para essa mudança”
=“Aproveitando a visita do An225 ao Brasil, será que um segundo exemplar do avião gigantesco será mesmo construído, para o transporte cargueiro?”
= O que aconteceu, afinal, ao Boeing 777 da Malaysia Airlines que cumpria o voo MH370 em 8 de março de 2014?
= Com a incorporação da Secretaria de Aviação Civil ao Ministério dos Transportes no governo Michel Temer, o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, o PDAR, vai enfim começar na prática?
= Será que o GRU Airport vai conseguir honrar antes do final da concessão a dívida bilionária que tem com o Governo Federal e já anunciou que não tem como pagar (pelo menos não agora)?
= Afinal, será que foi o mágico David Copperfield que fez desaparecer o A300 do Aeroporto de Guarulhos?
= A empresa aérea Flyways vai voltar a voar ou não?


Dê sua opinião!


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N O V I D A D E S  E  R E G I S T R O S



Muitos de vocês podem não dar a mínima para a aviação executiva mas é uma marca muito importante para a Embraer que é a caçula nesse mercado, ao lado de marcas tradicionais como Cessna, Bombardier, Gusfstream, Beechcraft etc. É um mercado muito exigente, como não poderia deixar de "$er" e estamos lá em cima com produtos de qualidade. Parabéns à Embraer!!!

(Texto de responsabilidade da Assessoria de Imprensa da Embraer)

Phenom 300 da Embraer é o jato executivo mais entregue no mundo pelo quarto ano consecutivo

São José dos Campos, SP, 23 de fevereiro de 2017 – A Embraer Aviação Executiva entregou 63 jatos Phenom 300 em 2016, o maior volume entre todos os modelos de jatos executivos da indústria no ano, de acordo com o relatório da GAMA (General Aviation Manufacturers Association), entidade americana que representa o setor. Este é o quarto ano consecutivo em que o Phenom 300 alcança esta marca, tendo acumulado 266 entregas desde 2013, uma margem de 11% sobre o segundo jato mais entregue no mesmo período. 

 “Mais uma vez estamos muito felizes pelo Phenom 300 ter recebido reconhecimento tão importante do mercado. Ficamos muito gratos aos nossos clientes pela validação, tanto do projeto original desta aeronave, como por todas suas contribuições de melhorias, que fizeram este jato se tornar o melhor de sua classe”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO da Embraer. “A reafirmação da confiança dos nossos operadores reitera nosso compromisso de entregar a melhor experiência ao cliente”.

Em apenas sete anos de operação, a frota de Phenom 300 está prestes a alcançar a marca de 400 aeronaves, tendo mantido uma fatia de mais de 50% de mercado na categoria de jatos leves desde 2012. A aeronave está em operação em 30 países e acumula perto de 500 mil horas de voo. A Embraer está investindo continuamente na competitividade do Phenom 300, com melhorias no seu conforto, tecnologia e eficiência operacional.

O Phenom 300 é um dos jatos leves mais velozes, tendo estabelecido vários recordes de velocidade reconhecidos pela NAA (National Aeronautic Association) e pela FAI (Federation Aeronautique Internationale).

Fotos: https://eej.imagerelay.com/sb/e2819d9e-0b36-4c26-bb6e-a8314599b3e9


Sobre o Phenom 300

O Phenom 300 tem desempenho entre os melhores jatos da categoria light, com velocidade máxima de cruzeiro de 453 nós (839 km/h) e um alcance de 3.650 quilômetros (1,971 milhas náuticas) com seis ocupantes nas condições NBAA IFR. Com a melhor razão de subida e desempenho de pista da sua classe, o Phenom 300 tem custos de operação e de manutenção menor do que seus concorrentes. A aeronave voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros), propulsionada por dois motores Pratt & Whitney Canada PW535E, com 3.360 libras de empuxo cada.

O Phenom 300 oferece uma cabine espaçosa, projetada em parceria com o BMW Group DesignworksUSA e o maior bagageiro de sua categoria. As maiores janelas de sua classe proporcionam luz natural abundante na cabine e no toalete. O conforto dos assentos, com capacidade de reclínio e amplo movimento é acentuado pela melhor pressurização de cabine entre os jatos leves (altitude máxima de 6.600 pés). O Phenom 300 oferece zonas de temperatura distintas para pilotos e passageiros, uma ampla galley, opções de comunicação de voz e de dados e um sistema de entretenimento.

A cabine de comando permite operação por um só piloto e oferece a opção avançada Prodigy Touch Flight Deck. Os recursos tipicamente encontrados em categorias superiores são ponto único de reabastecimento, manutenção externa do toalete e uma elegante escada.


Sobre a Embraer Aviação Executiva

A Embraer é uma das maiores fabricantes de jatos executivos do mundo, tendo entrado neste segmento de mercado a partir de 2000, com o lançamento do jato Legacy. A Embraer Aviação Executiva foi constituída em 2005. Seu portfólio, o mais amplo da indústria, é formado pelos jatos Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 650E e Lineage 1000E. A frota da Embraer Aviação Executiva excede a marca de 1000 jatos, que estão em operação em mais de 60 países. Os clientes são apoiados por uma rede global de 70 centros de serviços entre próprios e autorizados, complementados por um Contact Center 24/7.


Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 130 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.


* * * * *


Veja na Edição 533 (fevereiro de 2016) da revista Flap Internacional minha matéria sobre a tecnologia que ajuda no lazer do passageiro da aviação comercial (in-Flight Enterteinment)



(Foto: Honeywell)


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